O basquete brasileiro perdeu um de seus maiores ícones nesta sexta-feira (17) com a morte de Oscar Schmidt, aos 68 anos. A informação foi divulgada pela TMC, e a causa da morte não havia sido confirmada até o momento.
Nascido em Natal, em 16 de fevereiro de 1958, Oscar construiu uma das trajetórias mais marcantes da história do esporte. Conhecido como “Mão Santa”, ele se destacou pela precisão nos arremessos e pela impressionante capacidade de pontuar.
Ao longo da carreira, tornou-se o maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos somados em cinco edições do torneio — feito que o colocou em evidência no cenário internacional. No total, ultrapassou a marca de 49 mil pontos em competições oficiais, consolidando-se como um dos maiores cestinhas de todos os tempos.
No ranking mundial de pontuação, ocupa a segunda posição, atrás apenas de LeBron James, reforçando a dimensão de seu legado no basquete.
Mais do que números, Oscar Schmidt deixa uma herança de dedicação, talento e paixão pelo esporte. Sua carreira inspirou gerações de atletas e ajudou a popularizar o basquete no Brasil.
A morte do ex-jogador marca o fim de uma era para o esporte nacional, mas seu legado permanece vivo na memória dos fãs e na história do basquete mundial.




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