Uma nova pesquisa do instituto Datafolha, divulgada neste domingo (8) e encomendada pela Folha de S.Paulo, mostra que o governador paulista Tarcísio de Freitas aparece na liderança das intenções de voto para a disputa pelo governo de São Paulo. De acordo com o levantamento, o atual chefe do Executivo estadual ultrapassa a marca de 40% em todas as simulações feitas para o primeiro turno.

No primeiro cenário apresentado pelo estudo, Tarcísio registra 44% das intenções de voto. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, aparece na segunda colocação com 31%. Em seguida surgem Kim Kataguiri e Paulo Serra, ambos com 5%. Já Felipe d’Avila soma 3%. Os eleitores que declararam voto em branco, nulo ou em nenhum candidato representam 11%, enquanto 1% dos entrevistados não souberam responder.

Em outra simulação feita pelo instituto, Tarcísio alcança 46% das intenções de voto. Nesse cenário, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, aparece em segundo lugar com 26%.

Já em um terceiro quadro analisado, Tarcísio mantém 44% da preferência do eleitorado, enquanto Haddad surge novamente como principal adversário, com 28%.

No quarto cenário testado, o atual governador amplia ainda mais a vantagem e chega a 49% das intenções de voto. A ministra do Planejamento, Simone Tebet, aparece na segunda posição com 19%.

A pesquisa também avaliou possíveis disputas em segundo turno. Em um confronto direto contra Haddad, Tarcísio teria 52% das intenções de voto, contra 37% do petista. Caso enfrentasse Alckmin, o governador registraria 50%, enquanto o vice-presidente teria 39%.

Outros cenários também apontam vantagem para o atual governador. Contra o ministro do Empreendedorismo, Márcio França, Tarcísio alcançaria 60% das intenções de voto, enquanto o adversário ficaria com 22%. Em uma eventual disputa com Simone Tebet, o governador venceria por 58% a 28%.

O levantamento foi realizado entre os dias 3 e 5 de março, com entrevistas feitas com 1.608 eleitores em 71 municípios do estado de São Paulo. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o estudo está devidamente registrado na Justiça Eleitoral.