O Big Brother Brasil 26 já entrou para a história como a edição com maior número de expulsões do programa. Com a saída de Edílson “Capetinha”, neste sábado (14), o reality chegou à terceira expulsão em poucas semanas, além de outras duas desclassificações, estabelecendo um recorde inédito.
Edílson foi retirado do programa após se envolver em uma discussão com Leandro Boneco. O ex-jogador se irritou ao ter o sono interrompido, discutiu com o colega e, em meio ao bate-boca, colocou a mão no rosto do participante e o empurrou. A produção informou que ele “ultrapassou os limites permitidos e desrespeitou as regras do programa”.
Antes dele, Sol Vega foi expulsa no dia 11 de fevereiro após empurrar Ana Paula Renault durante uma discussão matinal. Já Paulo Augusto deixou o reality em 30 de janeiro ao empurrar Jonas durante a dinâmica do Big Fone, atitude considerada como risco à integridade física do colega.
Além das expulsões, o BBB 26 também registrou a desistência de Pedro, que apertou o botão após enfrentar acusações de assédio. Segundo o apresentador Tadeu Schmidt, ele teria sido expulso caso não tivesse saído voluntariamente. O ator Henri Castelli também deixou o programa por questões de saúde, após apresentar crises convulsivas.
O recorde anterior de expulsões era do Big Brother Brasil 23, quando MC Guimê e Cara de Sapato foram expulsos após acusações de assédio envolvendo a participante mexicana Dania Mendez. Na ocasião, ambos foram informados ao vivo sobre a decisão da produção.
Com média de praticamente uma expulsão por semana, o BBB 26 se consolida como a edição mais turbulenta do reality, marcada por conflitos e decisões disciplinares rigorosas.



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