A Praça de Eventos Marcos Tomé de Araújo dos Santos, no Centro Residencial, foi o palco do 3º Encontro Anual de Antiguidades, que atraiu um público de cerca de 10 mil pessoas no último domingo (27). O evento, que já se consolidou como uma tradição no calendário cultural de Arujá, contou com apoio da Prefeitura Municipal, além das secretarias de Cultura, Desenvolvimento Econômico e Turismo e Lazer, e foi promovido em conjunto com a Feira do Microempreendedor.
Mais de 1.200 veículos antigos estiveram em exposição, despertando a curiosidade e a paixão de colecionadores e entusiastas do antigomobilismo. Entre as relíquias estavam clássicos como Maverick e Cadillac, além de raridades como caminhões de bombeiros americanos da década de 1980 e antigos ônibus de turismo nacionais. O evento também premiou o carro mais antigo, o que percorreu a maior distância até Arujá e a maior equipe presente.
Além dos automóveis, a edição deste ano destacou a força do empreendedorismo local, com 46 tendas comerciais de microempreendedores da cidade. A integração entre cultura e economia foi um dos pilares da ação, conforme destacou Donizete Ribeiro, organizador do evento e também idealizador do Encontro Mensal de Antiguidades (EMAA). “Unimos microempreendedores com empresários em um espaço de oportunidades. É a prova de que cultura também gera negócios”, afirmou.
O evento foi abrilhantado por shows de manobras radicais com os pilotos Clerisson Pinguim e Nayla Cabral, que arrancaram aplausos da multidão com sua perícia na pista. As bandas “Coletivo Pop” e “Ralé” também animaram o público com apresentações musicais.
Com raízes em encontros mensais iniciados em 2015 — que começaram de forma modesta com três carros e algumas bicicletas antigas — o Encontro Anual de Antiguidades é hoje um marco consolidado em Arujá, reconhecido oficialmente pela Associação Brasileira de Veículos Automotores Antigos (ABRAVAA).
Neste ano de 2025, o evento não apenas comemorou sua 3ª edição anual, como também celebrou uma década de história, superação e crescimento. Mais do que um encontro de veículos antigos, o evento se tornou um símbolo de valorização da memória, incentivo à economia criativa e fortalecimento da identidade cultural da cidade.
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