O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou, nesta segunda-feira (28), a retirada do Brasil do Mapa da Fome, conforme divulgado no mais recente relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO/ONU). O índice internacional mede o percentual da população que vive em situação de insegurança alimentar grave e, segundo os critérios da ONU, o país está oficialmente abaixo do patamar de 2,5% da população nessa condição — requisito para sair da lista.
“Minhas amigas e meus amigos. É com grande orgulho e imensa alegria que informo: O Brasil está fora do mapa da fome, mais uma vez”, escreveu o presidente em seu perfil oficial na rede social X (antigo Twitter).
A retirada do Brasil do Mapa da Fome era uma das principais promessas de campanha de Lula, que já havia feito o país sair dessa mesma lista em 2014, durante seu segundo mandato. O retorno do Brasil ao mapa, em 2021, havia sido interpretado por organismos internacionais como um reflexo direto do aumento da desigualdade e da insegurança alimentar agravada nos últimos anos.
Agora, com o novo relatório, o país volta a figurar entre as nações que conseguiram reduzir significativamente o número de pessoas em situação de fome crônica. Segundo o presidente, isso só foi possível por meio de “políticas públicas sérias” e do “compromisso com o povo brasileiro”.
“Uma conquista histórica que mostra que com políticas públicas sérias e compromisso com o povo, é possível combater a fome e construir um país mais justo e solidário”, destacou Lula.
O relatório da FAO detalha que o Brasil, ao investir em programas de transferência de renda, fortalecimento da agricultura familiar e iniciativas voltadas à segurança alimentar, conseguiu reverter os indicadores que haviam colocado o país novamente no Mapa da Fome. A ONU considera o feito como um exemplo de que a combinação entre vontade política e políticas sociais bem estruturadas pode trazer resultados concretos na luta contra a fome.
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