Evento reuniu lideranças políticas e religiosas; AGU Jorge Messias representou o presidente Lula pela terceira vez consecutiva
A edição de 2025 da Marcha para Jesus reuniu milhares de fiéis nesta quinta-feira (19), feriado de Corpus Christi, na cidade de São Paulo, em um dos maiores eventos evangélicos do país. Entre os destaques da programação esteve a presença do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que participou da caminhada e discursou no palco principal da manifestação, onde defendeu valores cristãos e pediu uma nação livre de “idolatria e corrupção”.
O evento também contou com a presença do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB); do secretário estadual de Governo, Gilberto Kassab (PSD); do prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga (Republicanos); do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto; e do ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça.
Representando o governo federal, o advogado-geral da União, Jorge Messias, esteve presente pela terceira vez consecutiva como enviado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Messias, que é evangélico, manteve o compromisso de estreitar os laços entre o Executivo e o público cristão evangélico, um dos mais mobilizados politicamente no país.
Durante seu discurso, Tarcísio evitou polarizações partidárias e optou por uma fala com forte teor religioso. “Que a nossa nação esteja livre da idolatria, livre da corrupção, e que possamos promover a reconciliação, o perdão e a paz entre os brasileiros”, declarou. O governador também apareceu enrolado com uma bandeira de Israel, país em conflito com o Irã, o que chamou atenção no palco do evento.
A Marcha para Jesus começou às 10h com a concentração de fiéis na Estação da Luz, na região central da capital. De lá, os participantes seguiram em caminhada de cerca de 3,5 km até a Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na Zona Norte, onde foi montado o palco principal para as apresentações musicais e pronunciamentos.
O evento é organizado pela igreja Renascer em Cristo e reúne artistas do segmento gospel, líderes religiosos e representantes de diversas denominações evangélicas. A Marcha tem se consolidado como um espaço de expressão pública da fé cristã, mas também de demonstração de força política, sobretudo em ano pré-eleitoral.
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