Com o objetivo de estimular práticas sustentáveis e fortalecer o senso de comunidade, a Prefeitura de Itaquaquecetuba, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, vai promover uma série de oficinas sobre compostagem na jardinagem. A iniciativa será realizada em diferentes unidades dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) da cidade, com atividades gratuitas e abertas ao público de todas as idades.

A compostagem é um processo natural de reciclagem de resíduos orgânicos, como cascas de frutas, restos de verduras e alimentos, que se transformam em adubo rico em nutrientes para plantas e jardins. As oficinas buscam justamente ensinar a população sobre essa técnica simples e eficaz, que ajuda a reduzir o volume de lixo encaminhado aos aterros sanitários e diminui o uso de fertilizantes químicos.

De acordo com a secretária de Meio Ambiente, Yasmim Zampieri, a compostagem é uma aliada essencial na preservação ambiental. “Aprender sobre compostagem é fundamental para a sustentabilidade. Estamos falando de um processo que, além de diminuir o lixo doméstico, contribui com a saúde do solo, das plantas e, claro, com o bem-estar de todos”, explicou.

A programação começa na segunda-feira (19), no CRAS Morro Branco (av. Ítalo Adami, 2.023), e segue ao longo da semana: terça (20) no CRAS Paineira (r. Serra dos Carajás, 570), quarta (21) no CRAS Recanto Mônica (r. Gov. Ademar Pereira de Barros, 222), quinta (22) no CRAS Caiuby (r. Ribeirão Preto, 9) e sexta (23) no CRAS Quinta da Boa Vista (estr. de São Bento, 1.691). As oficinas têm duração de uma hora e começam sempre às 10h. Para participar, basta comparecer diretamente à unidade desejada.

O secretário de Assistência Social, Gabriel Rocha, ressaltou a importância do projeto na integração entre comunidade e meio ambiente. “Esse tipo de ação fortalece os laços entre os moradores e incentiva boas práticas que fazem a diferença. Quando compartilhamos conhecimento, todos saem ganhando”, disse.

Já o prefeito Eduardo Boigues destacou que o projeto representa uma oportunidade de mudança concreta. “Compostar é cuidar da cidade e do planeta. Esperamos que a adesão da população seja grande e que mais pessoas se envolvam nessa prática transformadora, que começa em casa, mas impacta o coletivo”, afirmou.